A atuação de terapeutas ocupacionais junto a
populações em condições de restrição ao acesso de
bens sociais inclui as Pessoas com Deficiência (PCD).
Promover a inclusão social a participação e a inclusão no
mercado de trabalho é um dos objetivos do profissional,
sobre isto podemos afirmar que:
A As relações de trabalho formais, organizadas sob lógicas
competitivas podem ser determinantes ao atuar como
facilitadoras ao acesso aos papéis sociais que se
reservam àqueles que detêm características típicas do
mais forte, correndo o risco de se tornar obstáculos
intransponíveis às pessoas com deficiência.
B O profissional atuante em processos de inclusão das
pessoas com deficiência no trabalho deve promover
ações articuladas para garantir exclusivamente ao
indivíduo a aquisição de informações, orientações e
formas de acesso às políticas públicas, propiciando sua
plena participação social, incluído o trabalho como
necessidade ao exercício da cidadania, a família pode ser
algo secundário dessas ações.
C A solidão após o trabalho, as dificuldades de interações
sociais, o encontro com os próprios limites e as questões
da afetividade e da sexualidade são dimensões da
inserção no mundo do trabalho, mas não evidenciam
necessidades de apoio.
D É preciso afirmar o caráter econômico do trabalho
produtivo, de valores de troca. Efeitos terapêuticos, se
houver, devem ser secundários, ocupando o lugar de
trabalho para quem deseja ou precisa trabalhar. A
dialogia deve ser princípio norteador que nos implica o
redimensionamento do saber técnico, fortalecendo
espaços significativos.