Maria do Carmo era balconista da loja Amor e Alegria quando
foi dispensada sem justa causa. Após sete dias, pediu ao seu
empregador a liberação do cumprimento de seu aviso prévio,
pois já havia obtido novo emprego, comprovando sua
alegação com uma declaração do novo empregador
informando que a mesma havia sido aprovada em processo
seletivo e deveria comparecer ao serviço no dia seguinte
munida de sua CTPS e documentos pertinentes para o
imediato registro. Diante do narrado, o proprietário da loja
Amor e Alegria deverá