Com a finalidade de padronizar a testagem com testes
imunológicos para auxiliar na investigação da sífilis, o
Ministério da Saúde criou o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis, que apresenta dois fluxogramas para
orientar o processo diagnóstico. O Fluxograma 1 consiste
na Abordagem Clássica para o diagnóstico de sífilis por
testes imunológicos, que segue o fluxo: realização de um
teste
A treponêmico como primeiro teste, que deve ser laboratorial (não utilizar o teste rápido), seguido por um
teste não treponêmico para a complementação da
testagem. Caso o teste não treponêmico seja não
reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro
teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser
um teste treponêmico rápido.
B treponêmico como primeiro teste, que pode ser
laboratorial ou rápido, seguido por um teste não
treponêmico para a complementação da testagem.
Caso o teste não treponêmico seja não reagente,
preconiza-se a utilização de um terceiro teste para
conclusão do fluxograma, o qual deve ser um teste
treponêmico com metodologia diferente do primeiro
teste realizado.
C treponêmico como primeiro teste, que pode ser
laboratorial ou rápido, seguido por um segundo
teste treponêmico (de outra metodologia) para a
complementação da testagem. Caso o segundo
teste treponêmico seja não reagente, preconiza-se
a utilização de um terceiro teste para conclusão
do fluxograma, o qual deve ser um teste não treponêmico.
D não treponêmico como primeiro teste, seguido por
um teste treponêmico (incluindo a possibilidade de
este ser um teste rápido) para a complementação
da testagem. Caso o teste treponêmico seja não
reagente, preconiza-se a utilização de um terceiro
teste para conclusão do fluxograma, o qual deve ser
um teste treponêmico com metodologia diferente do
primeiro teste realizado.
E não treponêmico como primeiro teste, seguido por um
teste treponêmico (incluindo a possibilidade de este
ser um teste rápido) para a complementação da testagem. Caso o teste treponêmico seja não reagente,
preconiza-se a utilização de um terceiro teste para
conclusão do fluxograma, o qual deve ser realizado
um novo teste não treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste realizado.