O movimento de Reconceituação do Serviço Social na América Latina é demarcado pela literatura no período de 1965-1975
(NETTO, 1981, 2005; IAMAMOTO, 1998 ALAYÓN, 1976, 2005.). Portanto, a compreensão do seu processo na particularidade brasileira
exige que o mesmo seja historicizado face ao significado econômico-social da Ditadura Civil Militar (1964-1985), em sua
constituição, crise e desdobramentos na “transição democrática”, bem como as implicações da natureza do Estado autocrático,
do novo padrão de acumulação e de dominação sobre as classes trabalhadoras.
(BASTITONI, 2017, p. 137.)
A reatualização do conservadorismo foi uma das três vertentes do Movimento de Reconceituação do Serviço Social. Nessa
vertente, o Serviço Social: