Os distúrbios da fala constituem-se uma das demandas mais comuns da clínica fonoaudiológica. Segundo Tomé e Oda (2014),
o tratamento de base multissensorial (que trabalha com informação tátil, cinestésica e visual) tem sido eficaz e
A para fonemas que não possuem uma característica acústica importante, não há como fazer uso de estratégias perceptuais,
devendo o fonoaudiólogo incidir o quanto antes no trabalho miofuncional.
B todo processo que envolve fala, envolve também um sujeito que fala e, deste modo, o restabelecimento de sua produção
articulatória sem alterações dá-se associado à atividade discursiva.
C o treinamento miofuncional é sempre anterior ao uso do fonema em contexto dialógico pois os pacientes, sobretudo
crianças pequenas, precisam de parâmetros progressivos no trabalho terapêutico.
D estratégias de conscientização da alteração só podem ser utilizadas com pacientes acima dos 12 anos, uma vez que
chamar a atenção da criança para sua alteração é levá-la a fixar a alteração na medida que não possui maturidade para
modificá-la conscientemente.
E quando as alterações são de origem neurológica, o trabalho fonoaudiológico deve incidir no estabelecimento da
comunicação alternativa, já que esse tipo de alteração é de difícil prognóstico.