"Concomitante ao "paraíso de consumo" que se abria
para a classe média dos grandes centros urbanos, onde
proliferavam supermercados, shoppings e os outdoors de
construtoras oferecendo inúmeros lançamentos de
apartamentos de luxo, crescia também a população
marginalizada e miserável. A população favelada de
Porto Alegre elevou-se de mil pessoas em para mil em
; a do Rio de Janeiro, de mil em para , milhão em; e a
de São Paulo, de mil em para mais de um milhão em
1980." (REZENDE FILHO, Cyro de Barros. Economia
brasileira contemporânea. São Paulo: Contexto, 1999. p.
140. (Manuais)