Os únicos que sabiam morrer de verdade eram os soldadinhos de chumbo. Não os assaltavam, nem antes nem na hora extrema, pensamentos espúrios: namoradas, mães, pátria amada idolatrada, nada disso... Era a guerra em toda a sua pureza, a pura poesia da ação!
QUINTANA, Mário. Baú de Espantos. 3. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 68.
No poema, a palavra “espúrios”, negritada no texto, pode ser substituída, sem sofrer alteração de sentido, por