As crianças e adolescentes em situação
de rua devem contar com serviços,
programas e projetos desenvolvidos por
profissionais de diferentes áreas e de
forma integrada. Dentre os princípios que
orientam a atuação do educador social de
rua, é correto destacar
A o conhecimento do arcabouço legal e do
funcionamento do Sistema de Garantias de
Direitos (SGD) para que se possa exigir seu
cumprimento; a ação educativa deve
determinar um prazo para o desligamento; a
ausência de vínculo com a comunidade e
com o sujeito.
B o reconhecimento dos laços familiares como
valor fundante; o conhecimento das áreas de
atuação, bem como das dinâmicas
territoriais; a ausência de vínculos com o
sujeito e com a comunidade.
C a coibição da construção de vínculos com o
sujeito e com a comunidade; a imposição do
sujeito para a realização do
acompanhamento; o respeito à
temporalidade da ação educativa etc.
D o respeito à livre adesão, ao desejo e ao
momento do sujeito para a realização do
acompanhamento; a determinação de, no
prazo de 2 anos, a temporalidade da ação
educativa; a ausência de vínculo com a rede
de atendimento local.
E o exercício de reflexão crítica, comprometida
e protagonista no campo social e educativo;
o reconhecimento da cidadania de crianças
e adolescentes em situação de rua; o
respeito à diversidade e não discriminação,
sendo que nenhuma criança e adolescente
será discriminado por sua condição
socioeconômica, arranjo familiar, raça, etnia,
religião, gênero, orientação sexual,
deficiência, por conviver com o vírus
HIV/AIDS ou outros motivos etc.