A está funcionando psicoticamente e, por isso, não é consciente de suas atitudes autodestrutivas, carecendo da capacidade de agir pelo livre-arbítrio, sendo necessária sua internação para que se lhe estabeleça um limite.
B precisa ser colocado em uma situação na qual não tenha acesso aos tóxicos que utiliza, pois acreditam que nem sempre a internação (em geral, em âmbitos institucionais a cargo de equipes especializadas) garante que se possa lhe oferecer esta possibilidade.
C consegue também estabelecer limites, não sendo primordial que os especialistas se ocupem integralmente desta questão, em todas as circunstâncias.
D não está alienado e que, mesmo se não estiver desintoxicado, poder-se-á contar com uma parte sua capaz de colaborar com os profissionais em seu próprio tratamento.
E tem direito ao seu livre-arbítrio e que a problemática dos limites precisa ser focalizada, desde que o drogadito voluntariamente decida por colaborar neste foco terapêutico.