Tratamento: A única restrição alimentar relaciona-se à ingestão de álcool, que deve ser suspensa por 6 meses, no mínimo,
sendo, preferencialmente, por 1 ano. Como o período de incubação dura, em média, 7 semanas (variando entre 2 a 24
semanas) e a grande maioria (>75%) dos casos agudos é assintomática, é necessária a investigação laboratorial para o
diagnóstico. Na ausência de medidas profiláticas para prevenção da transmissão do vírus e diante de algumas evidências
de que o tratamento da infecção aguda com antivirais (p. ex. Interferon) poderia prevenir a evolução para doença crônica,
sugere-se, principalmente nas exposições de alto risco com fonte positiva, a realização da pesquisa de detecção da
presença de RNA do vírus, no 90° dia após a exposição. Medidas de controle: Não há vacina, nem imunoglobulina
específicas. É importante orientar os portadores da doença para evitar a transmissão do vírus. Os profissionais devem
seguir as normas de biossegurança nos estabelecimentos de saúde e em lojas de tatuagens e piercing. Em exposições
com paciente-fonte infectado pelo vírus e pacientes com fonte desconhecida, está recomendado o acompanhamento do
profissional de saúde. Tratam-se do tratamento e medidas de controle recomendadas à: