Esta teoria postula que a aquisição da linguagem se
desenrola de maneira inata e subconsciente mediante a
exposição a um input linguístico compreensível.
Essencialmente, ela faz uma distinção crucial entre
aquisição e aprendizagem, defendendo que a primeira é
um processo mais eficaz e autêntico do que a segunda,
que envolve uma aprendizagem consciente de regras
gramaticais.
O excerto acima se refere a: