Ao longo das décadas de 1980 e 1990, o serviço social brasileiro se reconfigurou como uma profissão inserida na divisão
sociotécnica do trabalho sob a égide do capitalismo. No contexto da consolidação do projeto ético-político profissional, a
direção sociopolítica da profissão se afirmou enquanto expressão da luta da classe trabalhadora por seus interesses imediatos e históricos, tendo por horizonte a emancipação humana. Esse projeto se assenta sobre fundamentos teórico-metodológicos de matriz marxista e refuta tanto o conservadorismo tradicional quanto o ecletismo liberal. Considerando a natureza
contra-hegemônica do projeto ético-político profissional, assinale a alternativa que melhor expressa a crítica ontológica e
política formulada à pós-modernidade, no processo de ruptura com a ordem burguesa.