É muito recente − datando da segunda metade dos anos noventa do século XX − o debate sobre o que vem sendo
denominado de projeto ético-político do Serviço Social.
No entanto, o objeto deste debate − e, sobretudo, da
própria construção deste projeto no marco do Serviço
Social no Brasil − tem uma história que não é tão
recente, iniciada na transição da década de 1970 à de
1980.
Assim, aquele(a) que pode ser considerado como um
desdobramento de um projeto de formação profissional,
estratégia político-profissional elaborada por um grupo
de assistentes sociais comprometido com a tentativa de
rompimento com as bases tradicionais da profissão,
trata-se do(a):