O livro de Jean Clavreul, intitulado A Ordem Médica:
poder e impotência do discurso médico, é conhecido por
muitas/os psicólogas/os que se dedicam tanto à psicanálise
quando à Psicologia Hospitalar. Em seu livro o autor dedica
um capítulo a (NÃO) relação médico-doente.
I. O que ordena a relação médico-doente não é o distanciamento do médico em relação ao seu doente, mas
sim a relação intersubjetiva que se dá.
II. O médico não fala e não intervém senão enquanto representante do discurso médico, pois, deve se apagar
diante da objetividade científica da qual é o garante.
III. O médico como pessoa, aquele que pertencente a um
corpo médico, é quem medica o doente.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que: