O materialismo histórico dialético, bem como a teoria
social marxiana, como matriz teórico-metodológica hegemônica explicativa da profissão, da sociedade e da relação entre ambas, traz o entendimento de que a “questão
social” é objeto de estudo e determinante para a existência da profissão. Essa perspectiva possibilita a análise
de como as “expressões da questão social” afetam as
famílias atendidas cotidianamente, não colocando esse
segmento social como um sujeito privilegiado ou objeto
de trabalho do assistente social. Tais pressupostos
remetem ao conjunto de conhecimentos articulados, que
fundamentam a formação e o trabalho profissional com
famílias, permitindo que assistentes sociais desenvolvam
suas atribuições com competência teórico-metodológica,
ético-política e técnico-operativa, consolidando análises
que fundamentam intervenções na perspectiva