Leia atentamente a notícia a seguir.
Hanseníase tem alta de 75% em Piracicaba,
e especialista alerta para gravidade de diagnóstico
Os casos de hanseníase registrados em Piracicaba
(SP) cresceram em até 75% desde 2020, conforme
aponta levantamento da Secretaria de Saúde da cidade,
passando de oito, naquele ano, para 14 confirmações da
doença infectocontagiosa em 2023. Em 2021, a cidade
teve dez casos e, em 2022, foram nove registros.
A enfermeira e interlocutora do Programa de Tuberculose e Hanseníase de Piracicaba reforça que, embora
a quantidade de casos confirmados no município pareça
pequena, o número é preocupante porque a maioria das
ocorrências são diagnosticadas tardiamente nos pacientes, que já apresentam alguma incapacidade instalada.
“Cerca de 95% dos casos foram diagnosticados tardiamente, apresentando formas mais graves da doença e, em 60% deles, com algum grau de incapacidade
instalada. Por isso a importância da campanha Janeiro
Roxo para a prevenção da hanseníase, com informação,
e também da participação da população para termos o
diagnóstico mais precoce”, lembrou.
(G1, 06.01.2024. Adaptado)
A proporção de casos novos de hanseníase diagnosticados com algum grau de incapacidade instalada (GIF 2) é
um importante indicador epidemiológico que avalia