A deflagração e a simultaneidade das crises do capital e da crise sanitária mundial
geram, para as profissões, novas determinações no que se refere à gestão, ao consumo
e ao desenvolvimento da força de trabalho dos diferentes segmentos de trabalhadores
assalariados, inclusive dos profissionais de Serviço Social. As constrições geradas pela
pandemia de Covid-19, que no Brasil ceifou aproximadamente 700 mil vidas, alteraram os
modos de atuação dos profissionais, aprofundando o fenômeno denominado de Nova
Morfologia do Trabalho no Serviço Social. Esse fenômeno tem se caracterizado