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Para responder à questão , considere o trecho – “Alegria de paulist...

📅 2014🏢 VUNESP🎯 Prefeitura de São Paulo - SP📚 Língua Portuguesa
#Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo#Colocação Pronominal#Morfologia dos Pronomes

Esta questão foi aplicada no ano de 2014 pela banca VUNESP no concurso para Prefeitura de São Paulo - SP. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo, Colocação Pronominal, Morfologia dos Pronomes.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

1

457941200656972
Ano: 2014Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de São Paulo - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo | Colocação Pronominal | Morfologia dos Pronomes
Texto associado
      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

Para responder à questão , considere o trecho – “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano, acessível a quinhentos metros de casa, no centro. (3.º parágrafo)

Se no segmento – ... disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada ... – fosse introduzido um pronome pessoal, seu emprego e colocação estariam corretos em:
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