Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

/
/
/
/
/
/
  1. Início/
  2. Questões/
  3. Língua Portuguesa/
  4. Questão 457941200670324

Quanto à concordância verbal e nominal marque a alternativa correta...

📅 2011🏢 CONSULPLAN🎯 IBGE📚 Língua Portuguesa
#Análise Sintática#Sintaxe#Concordância Verbal e Nominal

Esta questão foi aplicada no ano de 2011 pela banca CONSULPLAN no concurso para IBGE. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Análise Sintática, Sintaxe, Concordância Verbal e Nominal.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

1

457941200670324
Ano: 2011Banca: CONSULPLANOrganização: IBGEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Texto associado
TEXTO:                                                 O legado da servidão

    Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.
    O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.
    Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.
      Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”
(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)
Quanto à concordância verbal e nominal marque a alternativa correta. 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

Acelere sua aprovação com o Premium

  • Gabaritos comentados ilimitados
  • Caderno de erros inteligente
  • Raio-X da banca
Conhecer Premium

Questões relacionadas para praticar

Questão 457941200162920Língua Portuguesa

No decorrer do texto, tendo em vista propósitos discursivos, o autor utiliza palavras e expressões menos comuns no linguajar culto escrito da língua p...

#Compreensão e Interpretação Textual#Análise Textual
Questão 457941200311251Língua Portuguesa

No primeiro parágrafo o autor fala sobre o abraço para

#Compreensão e Interpretação Textual#Análise Textual
Questão 457941200359253Língua Portuguesa

Assinale a alternativa que apresenta o antônimo da palavra em destaque no trecho do texto “... abaixo dos níveis recomendados pelo Ministério da Saúde...

#Semântica Contextual#Análise Textual
Questão 457941200753824Língua Portuguesa

Um namorado a essa altura? Quem é que tem namorado, namorada? Garotada. Antes de casar, de constituir família e cumprir com toda a formalidade, namora...

#Compreensão e Interpretação Textual#Análise Textual
Questão 457941201448060Língua Portuguesa

O sentido que o termo “encampada” possui, no texto, permite que seja feita a sua substituição, sem que haja prejuízo do significado adquirido por:

#Semântica Contextual#Análise Textual
Questão 457941201505457Língua Portuguesa

Assinale o fragmento cujas palavras ou expressões sublinhadas estão sendo empregadas em sentido denotativo.

#Sentido Literal e Figurado#Análise Textual

Continue estudando

Mais questões de Língua PortuguesaQuestões sobre Análise SintáticaQuestões do CONSULPLAN