Após o acidente na Usina Nuclear de Fukushima Daiichi,
no Japão, em 2011, a preocupação da comunidade internacional aumentou com relação aos eventos externos,
podendo ser eventos sísmicos, incêndios, enchentes ou
alagamentos, ventos fortes e mísseis induzidos por ventos fortes, acidentes com meios de transporte fora do sítio, vazamento de substâncias tóxicas fora do sítio e condições climáticas severas.
A estimativa de métricas de risco, como a Frequência
de Danos ao Núcleo (Core Damage Frequency – CDS),
para eventos iniciadores externos com baixa frequência
de ocorrência e alto impacto na segurança da instalação
nuclear, como eventos sísmicos, ainda possui um nível
alto de incerteza em razão da(o)