Atualmente é consenso a importância de amamentar a
criança, seja para a sua própria saúde, mas também para a
solidificação do vínculo entre mãe e bebê. Segundo o
Ministério da Saúde, “amamentar é muito mais do que nutrir a
criança. É um processo que envolve interação profunda entre
mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança,
em sua habilidade de se defender de infecções, em sua
fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional”. É
importante utilizar a nomenclatura preconizada pelo MS e pela
Organização Mundial da Saúde acerca dos tipos de
aleitamento, para contribuir na difusão da prática e das suas
diversas modalidades.
Relacione o tipo de aleitamento à sua definição adequada:
1. Aleitamento materno exclusivo.
2. Aleitamento materno predominante.
3. Aleitamento materno.
4. Aleitamento materno complementado.
5. Aleitamento materno misto ou parcial.
( )Quanto a criança recebe leite materno e outro tipo de leite.
( )Quando a criança recebe leite materno (direto da mama ou
ordenhado), independentemente de receber ou não outros
alimentos.
( )Quando a criança recebe, além do leite materno, água ou
bebidas à base de água (água adocicada, chás, infusões), sucos
de frutas e fluidos rituais.
Quando a criança recebe, além do leite materno, qualquer
alimento sólido ou semissólido com a finalidade de
complementá-lo, e não de substituí-lo.
( )Quando a criança recebe somente leite materno, direto da
mama ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, sem
outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou xaropes
contendo vitaminas, sais de reidratação oral, suplementos
minerais ou medicamentos.