O excerto abaixo traz algumas formas
pronominais destacadas.
“Os professores me chamavam de estrábico.
Mas os meus colegas da escola me chamavam —
pelas costas, é claro —de caolho, zarolho, mirolho.
Certa ocasião eu fui falar com uma garota e ela
olhou para mim e caiu na gargalhada. Sofri muito
com aquilo. E passei a andar à sorrelfa, para que
não percebessem o meu defeito. Nunca mais olhei
o meu rosto num espelho. Fazia a barba no
chuveiro, o que aliás era uma boa ideia, água
quente — eu tomo banho com a água fervendo —
amacia os pelos do rosto e a raspagem é fácil e
perfeita.”
(FONSECA, Rubem. Devaneio. In:______. Histórias
curtas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.)
A classificação desses pronomes, na ordem em
que aparecem, é: