Ao examinar as habilidades de locomoção de um
paciente, a avaliação de tarefas possibilita que o
fisioterapeuta identifique componentes ausentes ou
comprometidos (prejuízos nas funções e estruturas
do corpo) que causam ou contribuem para a marcha
anormal. Como tal, a avaliação da marcha informa o
fisioterapeuta sobre a ligação entre o movimento anormal
(estratégias de marcha e locomotoras escolhidas pelo
paciente) e deficiências subjacentes (por exemplo,
diminuição na força muscular, na função motora, na
sensibilidade, na ADM).
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a
COLUNA I, relacionando os desvios de marcha na fase
de apoio a suas potenciais causas.
COLUNA I
1. Inclinação do tronco para trás
2. Inclinação do tronco para a frente
3. Inclinação lateral de tronco
4. Marcha de Trendelenburg
COLUNA II
( ) Resultado da fraqueza do glúteo médio; ocorre
flexão para o mesmo lado da fraqueza.
( ) A pelve cai no lado contralateral de um glúteo
médio fraco; a estratégia compensatória é a
flexão lateral do tronco.
( ) Resultado de um glúteo máximo fraco; dificuldade
em subir escadas ou rampas.
( ) Resultado de um quadríceps femoral fraco,
também pode estar associada a contraturas em
flexão de quadril e de joelho.
Assinale a sequência correta.