Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
MORAES, Vinicius de. Soneto do amigo. Disponível em:
https://www.pensador.com/soneto_do_amigo/.
Acesso em: 15 ago. 2022.
O que justifica a forma de registro do termo grifado é a