Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

/
/
/
/
/
/
  1. Início/
  2. Questões/
  3. Língua Portuguesa/
  4. Questão 457941200709280

No período: “A verdade exige que nos libertemos das aparências das ...

📅 2010🏢 COPEVE-UFAL🎯 CASAL📚 Língua Portuguesa
#Conjunções#Análise Textual#Morfologia dos Pronomes#Morfologia

Esta questão foi aplicada no ano de 2010 pela banca COPEVE-UFAL no concurso para CASAL. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Conjunções, Análise Textual, Morfologia dos Pronomes, Morfologia.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

1

457941200709280
Ano: 2010Banca: COPEVE-UFALOrganização: CASALDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Análise Textual | Morfologia dos Pronomes | Morfologia
Texto associado

Com base na compreensão do Texto abaixo, responda a questão.


                                                        Verdade e falsidade

        Se observarmos a concepção grega de verdade, notaremos que nela as coisas ou o ser (a realidade) é o verdadeiro ou a verdade. Isto é, o que existe e manifesta sua existência para nossa percepção e para nosso pensamento é verdade ou verdadeiro. Por esse motivo, os filósofos gregos perguntam: como o erro, o falso e a mentira são possíveis? Em outras palavras, como podemos pensar naquilo que não é, não existe, não tem realidade, se o erro, o falso e a mentira só podem referir-se ao que não é, ao não-ser? O ser é o manifesto, o visível para os olhos do corpo e do espírito, o evidente. Errar, falsear ou mentir, portanto, é não ver os tais seres como são, é não falar deles tais como são. Como isso é possível?  

        A resposta dos gregos é dupla:

1. o erro, o falso e a mentira se referem à aparência superficial e ilusória das coisas ou dos seres e   surgem quando não conseguimos alcançar a essência das realidades; são um defeito ou uma falha de nossa percepção sensorial;

2. o erro, o falso e a mentira surgem quando dizemos de algum ser aquilo que não é, quando lhe atribuímos qualidades ou propriedades que ele não possui ou quando lhe negamos qualidades ou propriedades que ele possui. Nesse caso, o erro, o falso e a mentira se alojam na linguagem e acontecem no momento em que fazemos afirmações ou negações que não correspondem à essência de alguma coisa. O erro, o falso e a mentira são um acontecimento do juízo ou do enunciado.  


      O que é a verdade? É a conformidade entre nosso pensamento e nosso juízo e as coisas pensadas ou formuladas. Qual a condição para o conhecimento verdadeiro? A evidência, isto é, a visão intelectual da essência de um ser. Para formular um juízo verdadeiro precisamos, portanto, primeiro conhecer a essência, e a conhecemos ou por intuição, ou por dedução, ou por indução.

     A verdade exige que nos libertemos das aparências das coisas para ver intelectualmente a essência delas; exige portanto que nos libertemos das opiniões estabelecidas e das ilusões de nossos órgãos dos sentidos. Em outras palavras, a verdade sendo o conhecimento da essência real e profunda dos seres é sempre universal e necessária, enquanto as opiniões variam de lugar para lugar, de época para época, de sociedade para sociedade, de pessoa para pessoa. Essa variabilidade e inconstância das opiniões provam que a essência dos seres não está conhecida e, por isso, se nos mantivermos no plano das opiniões, nunca alcançaremos a verdade.

(CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2005. p. 98. Adaptado)  

No período: “A verdade exige que nos libertemos das aparências das coisas para ver intelectualmente a essência delas...”, pode-se assumir:

I. O quê é um pronome relativo com função sintática de objeto direto e introduz uma oração coordenada assindética.

II. O quê é uma conjunção integrante e introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

III. O quê é um uma conjunção integrante e introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva.

IV. O quê é uma conjunção integrante e introduz uma relação de determinante/determinado, gerando uma construção de parataxe.

Verifica-se que está(ão) correta(s)
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

Acelere sua aprovação com o Premium

  • Gabaritos comentados ilimitados
  • Caderno de erros inteligente
  • Raio-X da banca
Conhecer Premium

Questões relacionadas para praticar

Questão 457941200058291Língua Portuguesa

Embora não houvesse transcorrido, desde que apagamos as luzes, muito mais do que uma hora, eu já me sentia como se a noite inteira tivesse passado, e ...

#Orações Subordinadas Adverbiais#Sintaxe
Questão 457941200544377Língua Portuguesa

Eu não sou homem que recuse elogios. Amo-os; eles fazem bem à alma e até ao corpo. As melhores digestões da minha vida são as dos jantares em que sou ...

#Análise Textual#Estrutura Textual
Questão 457941201519764Língua Portuguesa

Ao invés de serem jogadores de futebol somente, quer dizer, craques da bola, alguns boleiros aparecem antes de mais nada como craques da mídia, fatura...

#Semântica Contextual#Análise Textual#Estrutura Textual
Questão 457941201742049Língua Portuguesa

Sobre o poema “Remissão”, transcrito abaixo, publicado no livro Fazendeiro do ar, do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade,RemissãoTua memória, ...

#Compreensão e Interpretação Textual#Análise Textual
Questão 457941201869537Língua Portuguesa

Se fosse retirado o acento grave de “às tetas”, essa expressão exerceria a função sintática de

#Análise Sintática#Uso da Crase#Sintaxe
Questão 457941201917453Língua Portuguesa

Steve Jobs, fundador da Apple, acreditava que seus produtos não eram para todos. Vendê-los mais caro fazia deles símbolo de status. Foi assim com o iP...

#Análise Textual

Continue estudando

Mais questões de Língua PortuguesaQuestões sobre ConjunçõesQuestões do COPEVE-UFAL