Menina de onze anos de idade, comunicativa, hígida, que
reside com a mãe, o padrasto e o irmão, foi levada para atendimento
médico. A mãe alega que sua filha, uma garota dócil e gentil,
precisa de muito tempo para cumprir as obrigações escolares;
representando isso um problema, pois mãe e filha acabam por entrar
em conflito ao se exaltarem com as dificuldades da menina na
resolução dos deveres de casa. Consta que a garota tem dificuldade
tanto na atenção sustentada quanto na aquisição do conhecimento,
porém com predomínio do primeiro aspecto. O psiquiatra considera
indicar medicação estimulante com expectativa de excelente
resposta e tolerância à substância prescrita.
Levando em conta essa situação hipotética e o manejo de
estimulantes para crianças e adolescentes, é correto afirmar que