Atualmente, agir eticamente não é apenas um imperativo da consciência, mas também questão de sobrevivência, de posicionamento no mercado e de consolidação de instituições. Em todas as partes, há códigos deontológicos para jornalistas.
Eles vêm de três procedências: 1) entidades classistas, como sindicatos e federações; 2) associações de meios de comunicação; ou 3) empresas jornalísticas, que ditam suas próprias orientações de conduta profissional. Esses documentos têm
diferentes formatos, indo de cartas de princípios bem-intencionadas a rígidas tábuas de mandamentos que chegam a
enquadrar os profissionais em algumas circunstâncias. Nesse sentido, é considerada uma prática ética na cobertura política: