Apesar de não atender às reivindicações da classe trabalhadora da época, a assistência
prestada continha embasamento científico e visava à racionalização da assistência. A percepção da
pobreza como “problema de caráter” levou a sociedade a organizar a assistência em torno da proposta
educativa de “reforma de caráter” junto às famílias pobres, defendendo a cientificidade das ações,
demonstrando uma postura alienada em relação ao agravamento da “questão social” ocasionado pela
organização deficiente da sociedade. Posto isto, podemos afirmar que o fragmento faz referência: