O atendimento em grupo é uma prática bastante utilizada na Terapia Ocupacional, especialmente nas áreas da Saúde Mental e
Social. O uso de atividades possibilita dois tipos de dinâmica, descritos por Benetton (1991):
A Oficinas Terapêuticas − os pacientes selecionam, implementam e executam atividades de longa duração, sendo que a
atividade continua sendo central, mas são encorajadas às buscas de satisfação das necessidades emocionais por meio da
interação recíproca e Atividade Grupal − os pacientes realizam, em grupo, uma mesma atividade e o terapeuta maneja os
processos relacionais.
B Grupo de Atividades − os pacientes compartilham um mesmo espaço físico, sendo que cada paciente faz sua atividade e
mantém, com o terapeuta, uma relação individual e Grupo de Habilidades Sociais − todos realizam uma mesma atividade
visando desenvolver habilidades requeridas ao convívio social.
C Grupo de Atividades − os pacientes fazem atividades individuais e o eixo da relação se desenvolve com o terapeuta
ocupacional e Atividade Grupal − os pacientes desenvolvem uma atividade em comum, em conjunto, possibilitando trocas
mais ricas e variadas entre os pacientes e entre estes e o terapeuta ocupacional.
D Grupo Paralelo − os pacientes ficam envolvidos em atividades individuais focando desenvolver aspectos atencionais, com
uma mínima necessidade de interação e Atividade Grupal − cada paciente escolhe e planeja sua atividade e, ao final,
compartilha com os demais como foi o processo de realização e as estratégias desenvolvidas frente às dificuldades
encontradas.
E Atividade Grupal − os pacientes resolvem fazer uma única atividade em conjunto e o terapeuta pode manter o grupo nessa
relação de trabalho conjunto e Grupo de Projetos Cooperativos − os pacientes estão envolvidos em uma atividade comum
de curta duração que requer alguma interação, definida por cooperação e competição.