A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas
de etapas que devem ser otimizadas individualmente para
os pacientes. Para minimizar a perda desnecessária de
vidas e complicações sérias, as equipes operatórias têm
dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da
OMS, são elas:
I. A equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico
certo.
II. A equipe usará métodos conhecidos para impedir danos
na administração de anestésicos, enquanto protege o
paciente da dor.
III. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada
para perda de via aérea ou de função respiratória que
ameacem a vida.
IV. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada
para o risco de grandes perdas sanguíneas.
V. A equipe evitará a indução de reação adversa a drogas
ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
VI. A equipe usará de maneira sistemática, métodos
conhecidos para minimizar o risco de infecção no sítio
cirúrgico.
VII. A equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas.
VIII.A equipe manterá seguros e identificará precisamente
todos os espécimes cirúrgicos.
IX. A equipe se comunicará efetivamente e trocará informações críticas para a condução segura da operação.
X. Os hospitais e os sistemas de saúde pública estabelecerão vigilância de rotina sobre a capacidade, volume
e resultados cirúrgicos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que: