A escassez atual de endereços IP é um motivo de preocupação para os Administradores de Redes. Uma das formas de
contornar essa situação, atualmente, é por meio do uso do Network Address Translation (NAT). Ao implantar o NAT, o
Administrador de Rede e Telecomunicações
A deve saber que o NAT converte todos os endereços dos clientes de uma rede interna para o mesmo endereço externo,
não possibilitando o seu uso para consultas na Internet, pois não existe um meio de as respostas serem entregues a quem
fez a solicitação. Assim, o uso do NAT deve ser apenas para o envio de pacotes.
B deverá configurar o NAT com no máximo dois endereços IP, fornecidos pelos provedores de Internet.
C não precisa configurar a interface externa do NAT com a faixa de endereços públicos, fornecidos pelo provedor de Internet,
pois eles são obtidos sempre de forma automática.
D poderá excluir faixas de endereços a serem atribuídos aos clientes de uma rede interna, como as de alguns equipamentos
presentes nessa rede e que devam ter um número IP fixo, como impressoras e switchs .
E deverá se lembrar que ele se baseia em um único intervalo de endereços IP declarados como privativos, que as redes
empresariais ou residenciais podem utilizar internamente, que é: 192.168.0.0 − 192.168.255.255/16.