Todos os anos, milhões de dólares são empregados no controle de plantas daninhas
nos diferentes sistemas de cultivo em nível mundial. Espécies resistentes, subdosagens e má
calibração de equipamentos de aplicação, entre outros, são alguns dos problemas recorrentes quando
se trata de controle de plantas daninhas. Referente às plantas daninhas e seu manejo, relacione a
Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Inibidores do Fotossistema 1.
2. Inibidores de EPSPS.
3. Auxinas sintéticas.
4. Inibidores de ACCase.
5. Inibidores de ALS.
Coluna 2
( ) Herbicidas usados no controle principalmente de gramíneas em pós-emergência seletivamente
para culturas dicotiledônias em geral. Como exemplo, há no mercado o Fluazifop, o Clethodin,
entre outros.
( ) Uma vez aplicado, este mecanismo de ação promove a inibição do crescimento das plantas de
uma a duas horas após a aplicação. De dois a quatro dias após a aplicação, o meristema apical
torna-se clorótico e depois necrosa.
( ) Tem como principal representante o ácido glyphosate. Quando na planta, sua ação inibitória se
dá no controle da entrada de carbono na rota do shiquimato. Como efeito secundário, há a redução
da produção fotossintética de sacarose.
( ) Seu uso está relacionado principalmente no posicionamento para controle de plantas daninhas de
folha larga em pós-emergência, sendo seletivos para gramíneas. Atualmente, um ingrediente
ativo que está no mercado é o Dicamba.
( ) Seu uso está associado ao pioneirismo do sistema plantio direto, pois são os herbicidas
considerados “dessecantes”. São herbicidas não seletivos de vegetação, pertencentes ao grupo
químico bipiridilos, representados pelos diquat e paraquat.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: