Todo vírus é um malware , mas nem todo malware é um vírus. Saber distinguir uma coisa da outra pode ser importante quando
um técnico de TI precisa combater uma infecção. É correto afirmar que o Satanbug
A hiberna por um tempo no computador e, ao autoativar-se, sua ação fica restrita a enviar mensagens supérfluas e tolas no
meio da tela justamente nos momentos mais inoportunos.
B criptografa lentamente seu caminho através do disco rígido e, uma vez que conclui 50% da criptografia (e no 4º , 8º
, 10º
,
14º , 18º , 20º , 24º , 28º e 30º dia de qualquer mês), ele exibe a mensagem: “This is Satanbug! Press any key to continue …”.
C não danifica intencionalmente os arquivos, mas, com seus nove níveis de criptografia, os programas antivírus têm muita
dificuldade de removê-lo do computador.
D só costuma trabalhar à noite em equipamentos que tenham uma impressora conectada em stand by, quando, então,
imprime em todas as páginas carregadas um “Satanbug” bem no centro de cada uma.
E causa um congestionamento cibernético tão grande, ao entrar em execução, que se acredita que ele consiga reduzir a
velocidade do tráfego da internet em 10%.