Num sistema de tratamento de efluentes sanitários, define-se o modelo hidráulico de reatores como “fluxo em pistão”, quando as
partículas entram no reator, por um lado,
A em tempos determinados, preenchendo os espaços vazios entre as pedras, os anéis de plástico ou cerâmica, formando
uma camada ao redor do enchimento, e saem do outro lado do reator em fluxo intermitente.
B continuamente, junto com as águas residuárias, atravessam o reator e saem na outra extremidade em fluxo contínuo.
C arbitrariamente são dispersas, com um grau de mistura intermediário, podendo formar zonas mortas nos cantos de tanques
quadrados ou retangulares, e saem do outro lado do reator paulatinamente.
D em tempos determinados (t1), ocorrendo a mistura das águas residuárias em seu interior, e saem do outro lado do reator
quando finalizado o tempo de detenção (t2).
E imediatamente são misturadas e dispersas, e saem do outro lado do reator em fluxo descontínuo.