Desde pequenos, participamos naturalmente de jogos
em que cada sílaba corresponde a uma palma, por
exemplo. A única divisão que não surge naturalmente no
desenvolvimento é em unidades menores que uma
sílaba, ou seja, em fonemas. Um adulto analfabeto e
uma criança analfabeta não conseguem fazer isso de
maneira espontânea. Quando eu adquiro a linguagem
oral, tenho uma certa capacidade de distinção fônica,
senão não distinguiria pata de bata (Ferreiro, 2003, 28).
Assim, a consciência fonológica, associada ao
conhecimento das regras de correspondência entre
grafemas e fonemas, permite à criança uma aquisição da
escrita com maior facilidade, uma vez que possibilita: