A ampliação do acesso à literatura afro-brasileira é um “caminho sem volta”, na avaliação da fundadora e presidente da
Casa Poéticas Negras, Angela Damasceno. O Jabuti, por exemplo, homenageou a escritora, filósofa e ativista do antirracismo, Sueli Carneiro, e, na Flip, houve, pela primeira vez na
história, uma homenagem a uma mulher negra, Maria Firmina
dos Reis. Ela é considerada a primeira romancista negra do
Brasil.