O transporte de produtos químicos é considerado uma
atividade afetada por diversos riscos. Isso ocorre, porque
esse tipo de carga requer a adoção de medidas de
segurança, a utilização de embalagens adequadas e a
contratação de profissionais qualificados para o seu
manuseio. Quando se fala de produtos químicos, a
primeira reação é pensar em compostos como cloro,
acetona e até mesmo o gás de cozinha, que fazem parte do
cotidiano de todos. Porém, o conceito inclui todos os
produtos que podem causar danos à saúde humana e ao
meio ambiente. Para evitar que esse cenário se concretize,
são aplicadas diversas técnicas para avaliar os riscos e
implementar medidas preventivas. No caso de materiais
classificados como perigosos, há documentação fiscal e
outras específicas que garantem a regularidade da carga.
Alguns exemplos são:
I - nota fiscal de venda: registra a transação de venda
dos materiais e indica tanto a origem quanto o
destinatário.
II - conhecimento de transporte: é o certificado do curso
concluído de motorista categoria C .
III - ficha de emergência: descreve os dados dos produtos
transportados e as instruções para serem colocadas
em prática em caso de emergência.
IV - certificado de treinamento do condutor: certificado
de bons antecedentes expedido pela Polícia Federal.
V - autorização ambiental para transporte interestadual
de cargas perigosas: aplica-se tanto para materiais
quanto para resíduos e é emitida pelo Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis (IBAMA).
VI - Certificado de Inspeção para o Transporte de
Produtos Perigosos (CIPP): documento obrigatório
para o transporte de produtos perigosos, que garante
que o veículo foi inspecionado e está de acordo com
as normas em vigor.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas: