Ellen Lupton, no livro “Pensar com tipos”, descreve que, no
Séc. XIX, os impressores buscaram analogias entre a história da
arte e a herança de seu próprio ofício, desenvolvendo um sistema
básico de classificação de tipos. Desde essa época, historiadores
e críticos de tipografia têm proposto esquemas mais refinados
que procuram capturar melhor a diversidade das letras existentes.
Sobre a classificação e exemplos dos tipos de fontes, é correto
afirmar que: