Uma conhecida associação direcionada à proteção do meio
ambiente iniciou uma campanha com o objetivo de sensibilizar os
governos envolvidos e a respectiva população de que certas
práticas, diretamente imbricadas com o desenvolvimento
econômico da região, poderiam conduzir o respectivo bioma a
um “ponto de não retorno”. Essa assertiva, no entanto, foi muito
combatida por setores governamentais, que viam uma
verdadeira confusão conceitual nos termos empregados.