Logo depois do “Grito do Ipiranga”, fazia-se imprescindível
investir o novo governante do país com as suas reais atribuições.
(...) Se D. Pedro era alçado à condição de cabeça e coração do
império, era necessário que todo o corpo político (...) soubesse
dessa mudança e se reconhecesse como parte desse mesmo
corpo (...). Logo, urgia estabelecer um elo de continuidade entre
o soberano e o súdito, a cabeça e os membros, o coração e o
corpo, entre o Brasil e a sua gente.
SOUZA, Iara Lis Carvalho. Pátria coroada. São Paulo: Editora da UNESP, 1999.
p. 256
O país que surge a partir do processo de independência em
1822 pode ser caracterizado: