Paciente do sexo feminino, 79 anos, foi encaminhada
ao ambulatório para avaliação de dor crônica não controlada e quedas recorrentes, principalmente à noite ao
se levantar para ir ao banheiro. Ela tem antecedentes
de hipertensão arterial sistêmica, osteoartrite de joelhos,
hipotireoidismo e acidente vascular cerebral isquêmico
há 3 anos. É independente para as atividades básicas
de vida diária e parcialmente dependente para as atividades instrumentais devido a limitação motora por dor
em joelhos. Faz uso de: enalapril 20 mg, 2 vezes ao dia;
hidroclorotiazida 25 mg/dia; AAS 100 mg/dia; atorvastatina 40 mg/dia; levotiroxina 88 mcg/dia; dipirona 1 g
6/6 horas; ciclobenzaprina 10 mg à noite; clonazepam
2 mg à noite. Na avaliação atual, a paciente estava em
bom estado geral, porém em cadeira de rodas devido a
dor em joelhos. A pressão arterial era de 140/90mmHg
em decúbito e 120/80 mmHg em ortostatismo. Exames
laboratoriais não revelaram alterações importantes.
Considerando o quadro clínico da paciente e os medicamentos em uso, a conduta mais apropriada é