É uma doença supostamente exclusiva do Homo
Sapiens, tida por alguns autores como o preço
que a espécie humana deve pagar por possuir
funções cognitivas sofisticadas como a
linguagem e a capacidade para gerar, armazenar,
desenvolver e transmitir cultura simbólica
(Dalgalarrondo, 2011, p.424). Essa descrição
refere-se à doença de: