Sobre Encefalopatia Crônica Não Evolutiva da Infância – ECNEI – e a atuação do terapeuta
ocupacional junto a crianças com sequelas dessa desordem neuromotora, é correto afirmar o seguinte:
A as causas da Encefalopatia Crônica Não Evolutiva da Infância – ECNEI – são referidas a malformação do sistema nervoso central; fatores genéticos; infecções congênitas como rubéola, toxoplasmose ou sífilis; encefalopatia hipoxico-isquêmica, encefalopatia neonatal, encefalopatia bilirrubínica; meningo encefalites, traumatismo crânio encefálico e semi-afogamentos.
B na Encefalopatia Crônica Não Evoluitva da Infância – ECNEI –, a forma coreoatetósica é a menos frequente. Observam-se movimentos involuntários amplos e fixos, menos intensos que na forma distônica. A criança assume postura sustentada por um membro ou pelo tronco e apresenta movimentação involuntária ao realizar mudanças lentas nessa postura.
C O terapeuta ocupacional deve escolher um modelo único de atuação, afim de organizar a sua prática e objetivos, entre eles tem-se: o modelo neurodesenvolvimentista, com as adaptações e técnicas compensatórias, por exemplo; o biomecânico; o cognitivo perceptivo; o Modelo de Desempenho Ocupacional Canadense – prática centrada no cliente, com as órteses funcionais ou de posicionamento, que são características desse modelo; e o Modelo de Prática Centrada na Família.
D na Encefalopatia Crônica Não Evolutiva da Infância – ECNEI – na forma coreoatetósica, está presente a coreia, visualizada na forma de movimentos lentos, suaves e uniformes, localizados na parte distal dos membros, bem como a atetose, que são movimentos bruscos na região proximal dos membros. No entanto, as dificuldade de fala não são observadas.