Um psicólogo observou em uma entrevista psicodiagnóstica
que o indivíduo entrevistado apresentava desordem
no acesso à memória, caracterizada pela falha no reconhecimento,
não podendo ser atribuída a distúrbios atencionais,
anomia, defeitos sensoriais, deterioração mental
ou falta de familiaridade com o estímulo apresentado.
Tratava-se de desordem que pode ser auditiva, digital,
somatossensorial e visual. O entrevistado apresentava