A estrutura social e o Estado resultam constantemente do processo vital de indivíduos determinados; mas não resultam daquilo que esses indivíduos aparentam perante si mesmos ou
perante outros; e, sim, daquilo que são na realidade, isto é, tal
como trabalham e produzem materialmente.
(In.: Quintaneiro, Tânia. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e
Weber / Tânia Quintaneiro, Maria Ligia de oliveira Barbosa, Márcia
Gardênia de Oliveira. – 2. Ed. rev. amp. – Belo Horizonte: Editora UFMG,
2002.)
No escopo da Teoria Sociológica Clássica, ao analisar o Estado,
sua formação e suas concepções, Marx, Weber e Durkheim
estabelecem teorias, que mais tarde são, ora refutadas, ora
respaldadas por outros autores. Especificamente em Weber, o
Estado: