É possível apontar uma dicotomia entre a sociedade industrial e o meio ambiente, da qual emerge a
necessidade de pactos (acordos e tratados) globais, frequentemente controversos, pois indicam uma redução
no ritmo do desenvolvimento econômico em prol da conservação ambiental. Um desses pactos que chamou a
atenção internacional e representou um ponto crucial na agenda ambiental foi a Conferência das Nações Unidas
sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992, realizada no Rio de Janeiro, (ECO 92). Dentre as questões
prioritárias abordadas no encontro da ECO 92, estava: