Para a autora Maria Lúcia Martinelli, a categoria
identidade é um recurso heurístico, um ancoradouro para refletir-se sobre a natureza das profissões, e sua particularidade histórica. Sob o ponto
de vista dialético, a identidade é uma categoria sócio-histórica que pulsa com o tempo e com o movimento, a partir de determinações políticas, sociais, econômicas, históricas, culturais. Como categoria ético-política, cujo corolário natural é a
consciência, a identidade constrói-se no fértil terreno da diferença, no interior de relações sociais
antagônicas.
Nesse aspecto, a identidade profissional é constituída, na dinâmica das relações sociais, por duas dimensões, são elas: