Conhecida como eritroblastose fetal, a Doença Hemolítica Perinatal (DHPN) se
manifesta quando mãe e bebê têm sangues incompatíveis. Nesses casos, se faz necessária a adoção
de uma série de medidas para evitar complicações, que vão desde a anemia até o aborto. Sobre o
tema, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A forma de prevenção é a administração da imunoglobulina anti-Rh ou anti-D, que bloqueia a
produção de anticorpos da mãe. Sua administração deve ocorrer entre a 28ª semana ou até
72 horas após o nascimento do bebê Rh positivo e em casos de abortamento espontâneo ou
terapêutico, ameaça de abortamento com sangramento, doença trofoblástica gestacional,
gravidez ectópica e investigação fetal invasiva.
( ) No acompanhamento pós-natal da criança, exames laboratoriais devem ser solicitados
(hemoglobina, hematócrito, Coombs direto e indireto, bilirrubina e reticulócito) para avaliar a
anemia e a existência de anticorpo circulante.
( ) Antes do nascimento, a transfusão intrauterina (TIU) é indicada quando há anemia fetal,
independentemente se leve ou grave, que deve ser feita até a 34ª semana de gestação.
( ) Cerca de 5% dos recém-nascidos recebem transfusões durante o acompanhamento após o
nascimento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: