No Brasil, o hospital como cenário de atuação de
psicólogos relacionados à assistência e práticas em saúde
é ainda recente, principalmente quando compararmos com
o tempo de regulamentação da profissão. A implementação
deste novo campo profissional, denominado Psicologia
Hospitalar, suscitou a utilização de recursos técnicos e
metodológicos de diversas áreas do saber psicológico.
(SCHNEIDER; MOREIRA, 2017). Leia as afirmativas
abaixo e avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. A inserção obrigatória do psicólogo na equipe de saúde
atuante nas UTIs é recente. Ele é chamado de intensivista, e algumas de suas funções junto ao paciente
consistem em: a) assistência psicológica, atentando a
fatores que podem influenciar sua estabilidade emocional; e, b) a avaliação da adaptação do paciente à
hospitalização, considerando seu estado psíquico e
sua compreensão do diagnóstico, além de suas reações emocionais diante da doença.
II. O psicólogo de UTI não atua junto à família acolhendo,
orientando e informando as rotinas da UTI a seus familiares e visitantes, mas sim junto à equipe multiprofissional. Sua tarefa é apenas atender a solicitações
dos profissionais da equipe, promover a adesão e
compreensão do tratamento por parte dos envolvidos
no processo de hospitalização.
III. A atuação do psicólogo na UTI deve se ater apenas
ao suporte psicoterapêutico que o paciente necessita
em virtude da possibilidade de apresentar uma série
de transtornos/distúrbios psicológicos, relacionados ou
não ao processo do adoecimento e da internação na
UTI.
IV. Na UTI, onde a iminência da morte está sempre presente, as interferências emocionais da hospitalização
no paciente e seus familiares tornam-se ainda mais
extremadas podendo configurar um luto antecipatório.
O atendimento psicológico pode ajudar o familiar a lidar
com questões não resolvidas com a pessoa que está
morrendo, a identificar e expressar sentimentos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que: