“A premissa é que o atual quadro sócio-histórico não se reduz a
um pano de fundo para que se possa, depois, discutir o trabalho
profissional. Ele atravessa e conforma o cotidiano do exercício
profissional do Assistente Social, afetando as suas condições e as
relações de trabalho, assim como as condições de vida da
população usuária dos serviços sociais.”
(Iamamoto, 2008, p.19)
À luz do cenário descrito no texto 1, Raichelis (2018), ao estudar a
nova morfologia do trabalho no Serviço Social, afirma que a
reestruturação da produção aporta transformações no mercado
de trabalho do Serviço Social, “configurando-se o exercício
profissional privado, autônomo, temporário, por tarefa”, em
fenômeno que pode ser denominado: